NEM SEMPRE GANHANDO
NEM SEMPRE GANHANDO
A ordem do presidente Bolsonaro para os quartéis festejarem no próximo dia 31 o aniversário de 55 anos do golpe militar de 1964 lembrou o caso de Hiroo Onoda.
NEM SEMPRE GANHANDO
A ordem do presidente Bolsonaro para os quartéis festejarem no próximo dia 31 o aniversário de 55 anos do golpe militar de 1964 lembrou o caso de Hiroo Onoda.
QUE SERÁ QUE SERÁ?
Até mesmo o mentor intelectual do bolsonarismo, Olavo de Carvalho, não soube dizer qual a ideologia do discípulo. A resposta que deu a uma pergunta, feita um dia antes do mito pisar no solo do Império americano, permeou-a de incerteza: “Acho que ele não tem”
BATALHA DE ALJUBARROTA
O mundo é dividido em opostos noite e dia, frio e quente, capitalismo e comunismo e assim por diante. A realidade é polarizada e a ideia e o pensamento surgem da comparação entre duas opções. Os cientistas franceses são diretos e criaram o princípio: “todo conhecimento nasce da comparação”.
REFORMA DO CARNAVAL
“O País do Carnaval” é o primeiro romance de Jorge Amado. Foi escrito quando ele tinha apenas 18 anos e publicado em 1931. O romance atraiu Rachel de Queiróz, tornaram-se amigos. Foi ela quem que lhe apresentou a Juventude Comunista em 1932. Jorge Amado se tornou militante. O livro foi considerado subversivo e queimado em praça pública de Salvador em 1937, pela polícia do Estado Novo de Getúlio Vargas. A Era Vargas se caracterizou pela centralização, autoritarismo e anticomunismo.
FORÇAS OCULTAS
A renúncia de Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961, o “Repórter Esso”, líder do rádio, atribuiu a decisão a “forças ocultas”, frase que Jânio não usou, mas que entrou para a história.
Jânio alegou que a pressão de "forças terríveis" o obrigava a renunciar, não disse quais. Em sua carta renúncia dá a pista: “...a covardia que subordinam os interesses gerais aos apetites e às ambições de grupos ou de indivíduos, inclusive do exterior” - é um diagnóstico do Brasil de todos os tempos.
SÓ HÁ UM TRUMP
O SEGURO MORREU DE VELHO
A causa dos cada vez mais frequentes acontecimentos trágicos é o “jeitinho brasileiro”. Depois da comoção, morte e dano material a causa da prática irregular, quase sempre criminosa, acaba descoberta.
Na morte de Ricardo Boechat, ícone do telejornalismo brasileiro, segunda-feira (11), a negligência é evidente, o helicóptero não estava habilitado para transportar passageiros. Não houve má fé considerando que o responsável, também, foi vítima.
PAZ DO CEMITÉRIO
Donald Trump instigou Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, a se autoproclamar no lugar de Nicolás Maduro Moros (isso mesmo, xará no plural do nosso), eleito pelo voto dos venezuelanos.
HOMEM QUE MATA O PRÓPRIO HOMEM
Acostumado a não esquentar a cabeça o brasileiro decide pela intuição. Sem se aprofundar nos prós e contras 61% dos brasileiros consideram que a posse de armas de fogo deve ser proibida por representar ameaça à vida de outras pessoas. Tal é o resultado da pesquisa do instituto Datafolha divulgada segunda-feira (31.12). Afinal, arma de fogo só tem uma função, matar.
CONFIANÇA CEGA, SURDA e MUDA
Por enquanto não se sabe como será o novo governo do presidente Bolsonaro. Há apenas dez dias da posse, pelas notícias, sua equipe de governo levará algum tempo para afinar violas e acertar ponteiros.
MUDANÇA DE TEMPO
A mudança política, econômica e social ocorre de tempos em tempos, em todas as nações do mundo, é natural da sociedade. Ela traz o benefício pedagógico da nova realidade para evoluir.
O Brasil está saindo do inverno que se iniciou com os protestos 2013. Hoje há esperança em 64% da população segundo as pesquisas, devido às eleições. O reencontro com a normalidade na democracia é a chegada da primavera.
OS ÍNDIOS, PARA ONDE VÃO?
O eleito Jair Messias Bolsonaro ao receber o diploma de presidente no Tribunal Superior Eleitoral, segunda-feira (10), destacou em sua fala: “Governarei em benefício de todos, sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião”.
O propósito, desejável por todos, se refere à população em sua totalidade multicultural e multiétnica. Deve-se ressaltar que os povos indígenas a ela pertencem.
O CÉU É O LIMITE
Brincando de Carlinhos
- Pode não gostar do fato. É isso, fato. As relações comerciais com a China estão cortadas.
Foi um choque. É isso, choque. O General pôs-se de pé e à ordem.
- A soja? A China compra 80% de produção...
- O representante americano disse que Trump assumiu. Vai ficar com a produção pelo sistema de drawback.
- Drawback?
- É. A soja vai ser processada e volta para o Brasil como produto acabado sem incidência de impostos aduaneiros.
A LEI DO MAIS FORTE
A democracia, este sistema político adotado no Brasil, exige a obrigação de aceitar o rodízio de partidos no poder. Nas últimas eleições com a vitória de Jair Messias Bolsonaro seu partido, o PSL substitui o PT após 13 anos de governo. Uma frase de propaganda da campanha vitoriosa afirmava, “é bom Jair se acostumando”. Agora ela passa a ter a força de uma ordem para todas cidadãs e cidadãos. A partir de 1º de janeiro, com a posse do novo Presidente da República, inicia-se a nova fase de mudança política no país.
FORÇA ESTRANHA
A decisão do governo de Cuba de se retirar do programa Mais Médicos no Brasil é resultado concreto do combate à ideologia, uma promessa de campanha do eleito Jair Bolsonaro.
No segundo turno o candidato escreveu pelo twitter: “a questão ideológica e tão, ou mais grave, que a corrupção”. Durante a campanha declarou: “esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria”. À batida em retirada dos médicos cubanos teria alcançado seu objetivo.
A notícia foi festejada pelo governo norte-americano.
O CHEQUE EM BRANCO
Economia é a ciência que estuda a produção de bens limitados para atender às necessidades humanas ilimitadas.
No século XVII Thomas Hobbes, um matemático e filósofo inglês, escreveu “Leviatã”, um dos livros políticos mais importantes do ocidente. A obra é referência para o estudo da influência do poder econômico no campo cultural, religioso e político.
ACIMA DE TODOS
Há somente dois partidos políticos no Brasil, o petismo e o antipetismo, é a lição deixada pela última eleição presidencial.
A situação é semelhante à dos Estados Unidos, a bipolarização entre os partidos Democrata e o Republicano. Jair Bolsonaro seria o vitorioso Donald Trump e Fernando Haddad a derrotada Hillary Clinton em comparação com pessoas concretas. Segundo o pensamento científico francês o conhecimento nasce da analogia, de tal modo que, esse paralelo com o irmão do Norte não deixa de ter algum sentido.
ESTÁ TUDO COMO DANTES
É dever do cidadão civilizado, democrático, aceitar o resultado da eleição, cumprimentar o futuro Presidente Jair Messias Bolsonaro pela vitória e desejar que faça bom governo para o Brasil.
Essa manifestação pessoal é extensiva aos lindoienses representados por 83% dos votos do município que ajudaram a eleger o novo presidente da nação, parabéns!
Plagiando o título da novela da Globo, “O tempo não para”.
O TRIBUNAL DO CIDADÃO.
A eleição para presidente este ano tomou a característica de um júri popular. É um tribunal, os eleitores decidirão pela culpabilidade ou não. O réu é o Partido dos Trabalhadores.
Antes de se definir os candidatos para o segundo turno Bolsonaro seria derrotado por todos Alckmin, Ciro ou Marina. Com Haddad haveria empate técnico. Nessa situação de empate se encontrarão no dia da votação.
OS NOVO RICOS E A MUDANÇA
Restam dez dias para o encerramento da campanha eleitoral que decidirá os cargos majoritários dos Estados e da Nação.
Os resultados para deputados estaduais, federais e senadores já são conhecidos do primeiro turno. Houve grande renovação no legislativo. É inegável que os eleitos novos expressam a vontade da população por mudança no quadro político. Não se pode negar, igualmente, que a tendência por mudança do primeiro turno se repetirá no segundo.
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